Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Software livre para Windows

Aqui vai uma pequena lista de software livre para o sistema operativo da Microsoft.

Open Office - é um conjunto de aplicações de escritório para Windows e Linux que tem ganho popularidade em relação ao MS Office e inclui processamento de texto, folha de cálculo entre outras aplicações. É uma boa alternativa para os utilizadores de aplicações equivalentes pagas e de código fechado tais como o MS Office.

Mozilla Firefox - é um navegador (browser) da família do Mozilla para Windows, Mac e Linux.
Possui muito boas características tais como maior segurança e navegação por separadores contrariamente ao Microsoft Internet Explorer.Vejam em vídeo o tutorial de uso e instalação.

Mozilla Thunderbird - cliente de email à semelhança do Outlook que pertence à família do Mozilla e que é usado para aceder à conta do correio electrónico. É rápido, fácil e tem filtro anti-spam inteligente. Disponível para Windows, Mac e Linux.

Mozilla SeaMonkey - pacote que inclui navegador, cliente de email e de IRC e editor html para Windows, Mac e Linux.

7-Zip - é um programa para (des)comprimir ficheiros. Tem um nível de compressão igual ou superior aos outros formatos.

Gimp - é um programa de edição de imagens para Windows, Mac e Linux.

Audacity - é um programa que permite captar, reproduzir e editar som.

VLC - serve para reproduzir DVD's, VCD's e outros formatos.

CoolPlayer - programa muito simples, leve e pequeno para ouvir música. Pode transferir este programa já com os componentes extra para reproduzir mais formatos. Descarregar

eMule - é um cliente peer-to-peer para Windows que permite partilhar qualquer tipo de ficheiros para rede ed2k.

Pidgin - cliente multi-protocolo de mensagens instantâneas. Compatível com MSN, Google Talk, My Space IM, IRC muitos mais.

Media Player Classic Home Cinema - programa de visualização de ficheiros de vídeo e DVD-video com aspecto semelhante ao Windows Media Player 6.4 mas de código aberto (software livre).

VirtualBox - é uma ferramenta que permite criar máquinas virtuais.

Filezilla - é um programa que serve para transferir ficheiros em FTP

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Virtualização

Maquinas virtuais ou simplesmente virtualização consiste em simular múltiplos computadores isoladamente e em simultâneo num só computador físico.

Esta operação pode ter varias utilidades que são:

- Testar e estudar programas para uma eventual implementação sem a necessidade se usar outro computador exclusivamente para isso.

- Ter um servidor dedicado, em cada máquina virtual, para cada tipo de serviço, usando apenas um único servidor físico. Esta solução, isto é, ter um único computador físico a correr todos os serviços ao mesmo tempo, é mais seguro.

- Correr programas que são incompatíveis com o sistema operativo instalado na maquina física e que deixam de o ser com o sistema operativo usado na máquina virtual.


Existem vários programas de virtualização nomeadamente:

Vmware – criado por VMware Inc. é um dos primeiros e mais populares dos programas de virtualização e também um dos mais poderosos que permite virtualizar quase todos os sistemas operativos. A desvantagem é que este programa é bastante pesado e caro.

Virtual PC - desenvolvido pela Microsoft. Foi o primeiro a tornar-se gratuito mas só virtualiza o Windows.

Virtual Box - desenvolvido inicialmente pela Inotek e depois pela Sun, é open source e está disponível para Windows, Linux e Solaris.

Xen - Este é um programa Open Source de virtualização para Linux BSD e Solaris.


Embora existam muitos outros, estes são os mais populares.

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Browsers debaixo de fogo

No início da década de 80, a informação era trocada em redes privadas bastante dispendiosas.
À medida que a Internet evoluía, ia sendo mais comum as empresas de todas as dimensões trocarem informação usando o correio electrónico. Nos finais da década de 90 este era o principal meio de propagação dos vírus, provocando imensos estragos nas empresas e consumidores.
A Internet desde então evoluiu imenso assim como os browsers a nível das funções e da complexidade. Com o aumento dessa mesma, os browsers também se tornaram um alvo de software malicioso.
Quando os ataques das ameaças "Blaster", "Sasser" criavam o caos nas redes empresariais, os crackers usavam as vulnerabilidades dos sistemas operativos da Microsoft.
A empresa de Steve Balmer ripostou melhorando a segurança dos seus sistemas operativos enquanto tentava sensibilizar os seus clientes sobre a importância em abrir cuidadosamente os anexos do correio electrónico e ficheiros na Internet.
Desta forma os atacantes começaram a tentar outras abordagens tais como a engenharia social. Esta técnica consiste em convencer o utilizador a ir a um site com programas maliciosos que se aproveitam das falhas de segurança contidas nos browsers, infectando desta forma o computador..
Por vezes mesmo os sites legítimos são injectados com código malicioso por terceiros que mais uma vez usam as falhas de segurança dos browsers, para redireccionar para um outro site a fim de infectar o computador de vírus.
Nos últimos anos este tipo de ataques aumentou imenso..
Habitualmente, este tipo de ataques usa falhas de segurança já conhecidas e corrigidas, no entanto como os utilizadores finais não instalam as actualizações com frequência. Um dos mais recentes foi o "cofinker" que atacou milhões de utilizadores em todo o mundo e usava um falha conhecida e corrigida 1 ano antes.
Portanto é vital ter sempre os programas actualizados, para uma melhor segurança, especialmente se for um browser.

Sábado, 16 de Maio de 2009

Em 2011 : Internet Explorer Fica Abaixo dos 50%

Internet Explorer da Microsoft, vai chegar a 2011 com menos de metade do mercado de navegadores, caso continue com o actual ritmo de queda, avança uma estimativa da Net Applications.

No final de Abril, o navegador perdeu 0,7%, registando uma participação de mercado de 66,1%, a nova marca mais baixa já atingida pelo software desde 2005, quando o ranking da consultoria começou a ser elaborado.

A versão 8 do programa, lançada há um mês, não foi suficiente para deter o declínio das edições anteriores do navegador, já que, enquanto o IE8 ganhou 2,2 pontos percentuais, o seu antecessor perdeu 2% e a versão 6 perdeu 0,8%.

Pelo seu lado, o Firefox, da Fundação Mozilla, aumentou 0,4% na sua participação de mercado, chegando a 22,5% do sector, enquanto o Chrome, do Google, atingiu 1,4%, depois de crescer 0,2 pontos percentuais. O Safari, da Apple, no entanto, diminuiu 0,02%, estabilizando nos 8,2% de penetração no sector.

«O IE tinha uma vantagem enorme de mercado e o Firefox, num ambiente competitivo, continua a ganhar participação», adiantou o analista Vince Vizzaccaro, argumentando que «já vimos variações sazonais na participação do navegador da Mozilla, mas ele tem continuado a sua tendência de crescimento», referindo ao aumento de 4,8% nos últimos meses.

Caso mantenha o ritmo, o navegador deverá ultrapassar um quarto de mercado no final de Novembro, enquanto o rival IE, por outro lado, perdeu 8,4% por mês no mesmo período, o que não é um bom prognóstico para os próximos anos. Contudo, o responsável não acredita que o navegador da Microsoft perca a liderança do sector para o Firefox, por mais que se mantenha a tendência a médio prazo.

Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

ODF no MS Office 2007

Agora quem usa o Microsoft Office 2007 já pode ler e gravar documentos ODF 1.1 com o Service Pack2.
Esta actualização inclui ainda uma correcção de 600 bugs de segurança e estabilidade.
Esta actualização está disponível no site da Microsoft ou através do Microsoft update

Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Ubuntu 9.04

Já saiu o novo Ubuntu.
Esta nova versão 9.04 do Ubuntu vem com uma série de novidades significativas ao nível da interface e logo graficamente muito mais apelativa.
As opções de desligar e reiniciar aparecem agora à direita no menu.
A versão traz suporte alargado para uma gama mais ampla de dispositivos wireless e placas 3G.
O Ubuntu 9.04 inclui ainda o OpenOffice.org 3.0.
Para quem já tem a versão anterior do Ubuntu pode actualizar através da consola digitando o seguinte "sudo apt-get dist-upgrade ou para quem preferir o ambiente gráfico cliquem em "Sistema" > "Administração" > "Gestor de actualizações" depois é só clicar em actualizar distribuição.
Para quem não tem o novo Ubuntu e não quer perder o Windows pode fazer uma instalação através do Wubi que é o método ideal para principiantes pelo facto de ser muito simples. Ou então é transferir o ficheiro ISO e gravar para um CD ou DVD.

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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

A Noruega incentiva o uso de software open source

A Noruega prometeu na passada segunda-feira fundos para estimular a utilização do software livre OpenOffice no sector público, para reduzir a sua dependência da Microsoft e de outros grandes produtores de software.
A Ministra da Administração e Reforma da Administração Pública, Heidi Grande Roeys, declarou que concedia 227.275 Euros para o Centro Nacional de Software Livre para adaptar e promover o OpenOffice para utilizações governamentais, tais como relatórios públicos, contabilidade e arquivos.
"Quero estimular o aumento da concorrência no mercado de software para escritório. O OpenOffice é uma boa alternativa ao fornecedor proprietário de programas nesta área", disse ela. "O problema é que programas especializados e o OpenOffice não dão sempre um óptimo desempenho em conjunto. A subvenção é para resolver isso."
O OpenOffice é baseado no software StarOffice da Sun Microsystems, com sede em Santa Clara, Califórnia. A Sun libertou o código fonte dos programas em 2000, na esperança de desafiar a dominância do mercado do Office da Microsoft, proporcionando uma alternativa livre, aberta e de alta qualidade.
Em Abril de 2006, o governo norueguês anunciou um programa a longo prazo para intensificar a utilização de software de código aberto para reduzir a sua dependência de gigantes informáticos como a Microsoft.